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		<title>Dengue</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Testes com mosquitos da dengue transgênicos mostraram resultados promissores &#160; &#160;   Em 2011 a cidade de Juazeiro, na Bahia, serviu como local de teste para uma nova técnica de combate ao mosquito da dengue – a utilização de mosquitos trângenicos. O resultado saiu este ano, 2012, e mostrou que os descendentes dessas criaturas artificialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em><span style="color: #000080;">Testes com mosquitos da dengue transgênicos mostraram resultados promissores</span></em></h2>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<div style="text-align: justify;">  Em 2011 a cidade de Juazeiro, na Bahia, serviu como local de teste para uma nova técnica de combate ao mosquito da dengue – <em><strong>a utilização de mosquitos trângenicos</strong></em>. O resultado saiu este ano, 2012, e mostrou que os descendentes dessas criaturas artificialmente produzidas morreram antes de picar seres humanos e transmitir o vírus da dengue.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Após soltar mais de 10 milhões de mosquitos no bairro de Itaberaba, os cientistas coletaram amostras de larvas depois de um ano, e constataram que entre 85% e 90% delas tinham DNA modificado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considerando a população residente de <em>A. egypti</em> na região, houve uma redução de 75%, em relação às de áreas não tratadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-536" title="dengue" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dengue-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" />  O estudo demonstrou a viabilidade de controlar a população de mosquitos por esse método, sem causar impactos adicionais ao ambiente.<br />
No entanto, apesar do experimento ter mostrado resultados promissores, os cientistas ressaltam que tudo é apenas um resultado inicial. &#8220;Era para testar a tecnologia, não fazer uma ação de controle&#8221;, afirmou ao <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1089975-mosquito-com-genes-modificados-reduz-iaedesi-em-juazeiro.shtml" target="_blank">portal Folha</a></span>, Margareth Capurro, pesquisadora que coordena o estudo na USP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Eles também afirmam que iniciativas como essa não são um remédio definitivo. Caso interrompa a liberação dos mosquitos transgênicos, a tendência é que a população natural restabeleça seu número em pouco tempo. Por isso esse tipo de tratamento tem de ser contínuo, explicou Capurro. “Se pararmos há invasão dos mosquitos de fora nas áreas tratadas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>O experimento</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    O experimento foi realizado por pesquisadores da USP e da Moscamed, empresa que produz os mosquitos geneticamente modificados. Mosquitos estes que foram originalmente projetados por cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    A ideia básica é substituir a população de machos do <em>Aedes aegypti</em> por mosquitos alterados. Eles se reproduzem de forma tão efetiva quanto os selvagens, mas têm uma modificação genética que, transmitida à prole, impede-a de sobreviver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">   Juazeiro foi escolhida por ser uma região ideal para a realização de um projeto piloto desse tipo, e a cidade acolheu a iniciativa. Carrupo destacou que não sabe até quando irá manter a liberação em Itaberaba, mas afirmou que já está formulando planos para testar a mesma ação em outras localidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <span style="text-decoration: underline; color: #3366ff;">www.ecodesenvolvimento.org.br</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reciclagem Digital</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/reciclagem-digital/</link>
		<comments>http://fundamar.com.br/noticias/reciclagem-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[1º Centro de Reciclagem Digital da Baixada Santista inaugura sala de Inclusão Digital &#160; Cursos gratuitos serão disponibilizados para a comunidade / Foto: sxc.hu &#160; &#160; Você tem algum computador ou até mesmo alguma peça como um monitor, sem uso em sua casa? Pois o Centro de Reciclagem de Lixo Eletrônico da Fundação Settaport, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;">1º Centro de Reciclagem Digital da Baixada Santista inaugura sala de Inclusão Digital</span></h2>
<p>&nbsp;<br />
Cursos gratuitos serão disponibilizados para a comunidade / Foto: sxc.hu<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-525" title="computador" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/05/computador-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><br />
&nbsp;<br />
Você tem algum computador ou até mesmo alguma peça como um monitor, sem uso em sua casa? Pois o Centro de Reciclagem de Lixo Eletrônico da Fundação Settaport, em funcionamento desde setembro de 2011, aceita doações e inaugura, amanhã, no Morro da Nova Cintra, a primeira sala de inclusão digital, com 10 computadores montados por meio do reaproveitamento de material eletrônico doado ao Centro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    Os cursos gratuitos serão realizadas em um espaço cedido pelo Padre Valfran, da Igreja de São João Batista, que fica na Praça Guadalajara, no alto do Morro, com professores mantidos pelo Settaport, e serão destinados destinada à comunidade local que será atendida conforme a procura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Centro de Reciclagem de Lixo Eletrônico</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    Localizado em um grande galpão, na Av. Conselheiro Nébias, 85, o Centro é preparado com acesso para carga e descarga, setores para separação por tipo de material (plásticos, metais, cabos, placas, etc) e destinação. Recebe doações da população, empresas e instituições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    Os itens sem utilidade estão sendo armazenados e serão vendidos a empresas credenciadas pela Fundação que são especializadas em manufatura reversa, ou seja, em devolver componentes ao estágio de matéria-prima . Com a arrecadação será possível adequar o serviço com a compra de ferramentas, balanças e uma empilhadeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    Além disso, todas as peças recebidas são avaliadas e as que estiverem em condições de reaproveitamento vão servir para a montagem de computadores que, em perfeitas condições de uso, serão doados para pessoas físicas ou entidades que estão sendo cadastradas pela Fundação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    Esta primeira unidade da região foi implantada com a orientação do Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir) do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, pioneiro no mundo. Entre os principais doadores, até o momento, estão a Unimonte, Escola Técnica Federal de Cubatão, agencias e terminais portuários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">    Quando foi inaugurado, em setembro do ano passado, o objetivo do Centro era entregar 200 computadores até o final deste ano, mas com o volume de doações, a oficina de montagem deve superar estenúmero em máquinas recuperadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para outras informações e cadastramento, ligue para <strong>3221.2546</strong> ou entre em contato pelo email: <span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"> lixoeletronico.adm@settaport.com.br</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Oitavo Canal</p>
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		<title>Ilha Bela</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/ilha-bela/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ilha Bela é parâmetro para a preservação da costa brasileira &#160; As preocupações com a manutenção da segurança ecológica da costa brasileira se justificam por sua intensa ocupação e expansão desde a colonização. A professora Rozely Ferreira dos Santos, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;">Ilha Bela é parâmetro para a preservação da costa brasileira</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As preocupações com a manutenção da segurança ecológica da costa brasileira se justificam por sua intensa ocupação e expansão desde a colonização. A professora Rozely Ferreira dos Santos, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp, mantém há mais de dez anos linha de pesquisa dedicada ao planejamento de sistemas costeiros através da ecologia da paisagem. Bióloga de formação, com doutorado em ecologia e livre docência em engenharia civil, ela vem orientando trabalhos que visam aprimorar conceitos e metodologias a serem utilizados no planejamento de sistemas costeiros, com o objetivo de encontrar respostas mais sensíveis e que permitam melhor comunicação com a comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nossas pesquisas têm a preocupação de desenvolver um estudo acadêmico que conduza a respostas sobre a qualidade ambiental de um território e que leve a indicadores de fácil compreensão pela sociedade, de modo que ela possa estabelecer debates com a academia e outros segmentos sociais. Análises essencialmente técnicas não sensibilizam a comunidade. É fundamental o diálogo entre planejador e sociedade em uma linguagem acessível ao cidadão comum, pois dele depende o sucesso de quaisquer empreitadas envolvendo o meio ambiente. É nisso que acreditamos e para isso trabalhamos&#8221;, afirma. As preocupações de Rozely se revelam extremamente pertinentes na discussão do novo Código Florestal do País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-501" title="Guilherme-de-Lima,Vivian-Cristina-Santos--16-03-12-perri_DSC6635" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Guilherme-de-LimaVivian-Cristina-Santos-16-03-12-perri_DSC66353-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais recentes trabalhos orientados pela professora, alguns dos quais com a participação do professor Sérgio Meirelles, da USP, baseiam-se no conceito de serviços ecossistêmicos, que correspondem aos benefícios oferecidos pela natureza e utilizados pelo homem tais como água, alimentos, combustíveis, matérias-primas e todos os recursos fundamentais para a sobrevivência humana. Trata-se de um conceito muito utilizado atualmente e pressupõe uma interação dinâmica entre pessoas e ecossistemas, que direta ou indiretamente impulsiona mudanças mútuas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa perspectiva, a tese orientada pela professora Rozely e desenvolvida pelo oceanógrafo Guilherme Theodoro Nascimento Pereira de Lima apresenta estudos realizados na Ilha de São Sebastião, município de Ilhabela, que teve como objetivo identificar a relação histórica, ao longo de 500 anos, entre as forças indutoras das mudanças de uso e de ocupação da terra e os impactos decorrentes sobre a oferta de alguns serviços ecossistêmicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O pesquisador investigou, também, de que forma a complexidade de uma paisagem e sua trajetória de uso podem refletir na oferta de serviços ecossistêmicos. Correlacionando as estruturas da paisagem e a qualidade da água, ele mediu a degradação da oferta de três serviços ecossistêmicos – uso da água, controle da erosão e utilização para a recreação – relacionados aos recursos hídricos de cinco microbacias de diferentes características dentro de um gradiente de evolução história da paisagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com efeito, esclarece a docente, a ilha observada por imagem de satélite dá a falsa impressão de possuir uma floresta boa, contínua e uniforme. Na realidade essa floresta resulta de um mosaico que abrange desde áreas bem preservadas, sem registro de ocupação humana, até outras que se recuperaram em diversos tempos ou ainda se recuperam, ou que se alteraram mais recentemente, caracterizando uma dinâmica muito grande entre espaços desiguais, de forma que cada fração do território corresponde a uma realidade histórica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>Resultados</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um dos objetivos dessa linha de pesquisa é o de fornecer subsídios para auxiliar os planejadores ambientais e contribuir para a tomada de decisões dos gestores públicos. A professora Rozely enfatiza, entretanto, a importância de algumas outras contribuições dos trabalhos. A primeira delas é a constatação de que quantidade de floresta não é sinônimo de qualidade, fundamental quando se sabe que no Brasil áreas de conservação são definidas com base na quantidade de florestas. A segunda refere-se ao estabelecimento de uma forma de comparação que possibilita mostrar para a população, através de um índice extremamente simples, quanto as interferências humanas ao longo da historia causaram de perdas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O dado não se atém a valores monetários, mas mostra a distância em relação à situação original. Se, em uma comparação hipotética, atribuirmos a uma situação original o valor um, o eventual 0,2 de hoje permite que o cidadão se dê conta da perda, e isso ajuda no debate com a comunidade&#8221;, afirma ela. A terceira diz respeito à caracterização das interferências e às pressões das fronteiras sobre a floresta, nem sempre levada em conta, e que podem determinar sua extinção inexorável. A quarta, que ela considera o ponto crítico, está ligada à quantificação da perda de serviços: &#8220;Perder 40% de um serviço ecossistêmico é muito drástico para uma população e esse ônus só pode ser evitado em Ilhabela com a manutenção de 70%, ou mais, da floresta&#8221;. O estudo mostra que, para essa ilha, com 86% das atividades econômicas ligadas ao turismo, a manutenção dos serviços hídricos e florestais é primordial para a sobrevivência socioeconômica da população local.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>Fonte: www.unicamp.br</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resíduos Sólidos</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/residuos-solidos/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 19:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[CETESB divulga o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares 2011 &#160; O Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares 2011, que a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo-CETESB divulgou, contém informações importantes sobre as condições ambientais e sanitárias dos locais de tratamento e disposição final de resíduos domiciliares relativas aos 645 municípios paulistas. &#160; O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;"><strong>CETESB divulga o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares 2011</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares 2011, que a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo-CETESB divulgou, contém informações importantes sobre as condições ambientais e sanitárias dos locais de tratamento e disposição final de resíduos domiciliares relativas aos 645 municípios paulistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Inventário 2011 mostra o bom desempenho do Estado de São Paulo, obtida pelos últimos 3 anos. O número de municípios operando em condições adequadas em 2011 (422 municípios) corresponde a 65,4% do total de municípios do Estado e indica um percentual 15 vezes maior do que o observado em 1997, ano em que foi divulgado o primeiro relatório estadual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O panorama geral do Estado é apresentado no Mapa de Índice de Qualidade de Aterros de Resíduos (IQR) 2011. A cor verde indica os municípios com disposição final adequada de lixo e a amarela, aqueles municípios em condições enquadradas como controladas. No mapa de 2011, as duas cores predominam e a verde se sobressai em relação à amarela por todo o Estado, englobando a maioria dos 645 municípios paulistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma terceira e última cor, a vermelha, destaca os 23 municípios remanescentes, no interior do Estado, que não conseguiram se enquadrar e, até o final do ano passado, operavam em condições inadequadas. Estes municípios, no entanto, estão sujeitos a ações corretivas e muitos já possuem solução delineada para sua adequação. Ao longo de 2011 foram emitidas 497 advertências, 228 multas e nove aterros foram interditados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos (IQR) dos sistemas de disposição final de resíduos sólidos domiciliares em operação nos municípios passou de 4,0 em 1997, para 8,3 em 2011. Ressalte-se a evolução referente à quantidade de resíduos sólidos dispostos adequadamente, que passou de 10,9% do total gerado, em 1997, para 82,8% em 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra indicação significativa refere-se ao número de municípios com disposição em condições inadequadas. Em 1997, esse número correspondia a 77,8% dos municípios do Estado e, em 2011, corresponde a 3,6% dos municípios, que são alvo das ações de controle da CETESB, para alcançar situações ambientais adequadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Veja em: <a href="http://www.cetesb.sp.gov.br/residuos-solidos/residuos-urbanos/7-mapa---destina%C3%A7%C3%A3o-de-res%C3%ADduos-urbanos" target="_blank">http://www.cetesb.sp.gov.br/residuos-solidos/residuos-urbanos/7-mapa&#8212;destina%C3%A7%C3%A3o-de-res%C3%ADduos-urbanos</a></p>
<p>&nbsp;<br />
<strong><span style="color: #333333;">Fonte : CETESB</span></strong><a </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Rio+20 e as empresas</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/rio20-discute-a-criacao-de-metas-ambientais-para-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio+20 discute a criação de metas ambientais para empresas &#160; Muito se tem falado e ainda vai se falar sobre a Rio+20, porém, um dos resultados já é quase certo: as empresas terão metas ambientais para o futuro. &#160; A ideia que tem ganhado força é o cadastro voluntário de compromissos. Basicamente, grandes companhias ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><strong>Rio+20 discute a criação de metas ambientais para empresas</strong></span><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Muito se tem falado e ainda vai se falar sobre a Rio+20, porém, um dos resultados já é quase certo: as empresas terão metas ambientais para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia que tem ganhado força é o cadastro voluntário de compromissos. Basicamente, grandes companhias ou setores empresariais poderiam definir metas e prazos. Por exemplo, deixar de usar um determinado material por ser poluente, ou mesmo garantir uma cadeia de produção onde não se desmate florestas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa iniciativa já está no texto de 19 páginas que será o documento final da cúpula, aprovado no encontro entre chefes de estado e governo no Rio+20, nos dias 20 a 22 de junho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.rio20.gov.br"><img class="alignleft size-medium wp-image-473" title="Rio-20" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Rio-20-300x155.jpg" alt="" width="300" height="155" /></a><br />
A ideia é implantar metas públicas, com compromisso moral, e dessa forma, torna-se compromisso ético com o público. Esse é o novo modelo de desenvolvimento que está sendo definido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a medida ainda sofre críticas por parte de ONGs e instituições ambientais. Não pelo seu conteúdo, mas pelo seu teor ainda genérico. O argumento é que, as empresas não devem definir suas metas, mas sim a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Independente de como a Rio+20 termine, é importante ter claro a quase certeza das metas. Um movimento natural que já deveria ser comum nas empresas em diversos setores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;<br />
<span style="color: #333333;">Fonte: <strong><span style="color: #333399;"><a href="http://www.inteligenciaambiental.com.br"><span style="color: #333399;">Inteligência Ambiental</span></a></span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Reciclagem de lixo eletrônico em Santos/SP</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/reciclagem-de-lixo-eletronico-em-santossp/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 13:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cidade ganha novos pontos para reciclagem de lixo eletrônico &#160; Três novos postos de arrecadação de resíduos eletrônicos foram instalados no Instituto Histórico e Geográfico de Santos (Av. Conselheiro Nébias, 689), Cais &#8211; Centro de Atividades Integradas de Santos (Rua Sete de Setembro, 34) e Complexo Esportivo Rebouças (Praça Engenheiro José Rebouças s/nº). Agora, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><strong>Cidade ganha novos pontos para reciclagem de lixo eletrônico</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Três novos postos de arrecadação de resíduos eletrônicos foram instalados no Instituto Histórico e Geográfico de Santos (Av. Conselheiro Nébias, 689), Cais &#8211; Centro de Atividades Integradas de Santos (Rua Sete de Setembro, 34) e Complexo Esportivo Rebouças (Praça Engenheiro José Rebouças s/nº). Agora, a cidade conta com 13 postos, que estão à disposição do santista em equipamentos públicos e entidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.lixoeletronicoguarapuava.com.br/"><img class="alignleft size-medium wp-image-465" title="Lixo-Eletrônico2" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Lixo-Eletrônico2-228x300.jpg" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A adesão de novos parceiros demonstra que o trabalho de conscientização realizado pela prefeitura, por meio da Semam (Secretaria de Meio Ambiente, está surtindo efeito. Segundo a secretaria, desde o início da ação, há pouco mais de 14 meses, já foram recolhidas 40 toneladas, entregues à empresa Reciclo Ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os materiais que devem ser descartados nos ecopontos estão celulares, DVDs, computadores e monitores, entre outras peças inservíveis. A medida impede que esses materiais causem danos ao solo e lençóis freáticos, contaminando-os com substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo, cádmio, berílio e arsênio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os outros dez ecopontos estão instalados nas escolas municipais Leonor Mendes Barros (Praça Fernandes Pacheco s/nº) e Olívia Fernandes (Praça Fernando Prestes s/nº); Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340); Jardim Botânico Chico Mendes (Rua João Fraccaroli s/nº); Coprovida (Coordenadoria de Proteção à Vida Animal &#8211; Av. Nossa Senhora de Fátima, 375); igreja São João Batista (Praça Guadalajara s/nº &#8211; Morro da Nova Cintra); igreja Santo Antônio do Valongo (Largo Marquês de Monte Alegre s/nº); Sociedade de Melhoramentos da Pompeia (Rua Euclides da Cunha, 288 altos); subseção da OAB (Praça José Bonifácio, 49), e Departamento de Administração Regional da Área Continental (Praça das Bandeiras s/nº, Caruara).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Fonte:  D.O. (dia 23/02/12)</strong></span></p>
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		<title>Revitalização</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[PAC da Copa poderá incluir revitalização do porto de Santos &#160; SANTOS – Os ministros dos Portos, Leônidas Cristino; do Esporte, Aldo Rebelo; e do Turismo, Gastão Vieira, se comprometeram a tentar incluir o programa de revitalização do porto de Santos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa do Mundo. &#160; O compromisso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;"><strong>PAC da Copa poderá incluir revitalização do porto de Santos</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;"><strong>SANTOS</strong></span> – Os ministros dos Portos, Leônidas Cristino; do Esporte, Aldo Rebelo; e do Turismo, Gastão Vieira, se comprometeram a tentar incluir o programa de revitalização do porto de Santos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa do Mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O compromisso foi firmado na tarde desta segunda-feira (30/jan) em Santos e atende a pedido do prefeito da cidade, João Paulo Papa (PMDB). O projeto de recuperação do cais santista, denominado Porto Valongo, prevê a revitalização dos armazéns 1 a 8, hoje sem utilidade para movimentação de carga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No local, a Prefeitura pretende licitar a construção de um complexo turístico, náutico e empresarial. O investimento estimado é de aproximadamente R$ 1 bilhão. &#8220;Estamos num esforço para incluir esse programa como prioritário pelo governo federal, para agilizar os licenciamentos e as demais fases&#8221;, afirmou Papa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Até o fim de março deverão ficar prontos os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental que estão sendo feitos pela empresa Ove Arup &amp; Partners. O estudo apontará a modelagem de exploração da área pela iniciativa privada – entre outras coisas, qual o número de licitações que deverão ser feitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Serão construídos o segundo terminal de passageiros do porto, marina pública e edifícios corporativos. O projeto prevê passagem subterrânea para separar o tráfego urbano do trânsito pesado dos caminhões. Essa passagem, denominada “mergulhão”, está prevista no PAC 2 do governo federal. &#8220;Queremos diminuir o tempo do projeto executivo do mergulhão de 13 para sete meses&#8221;, afirmou Papa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O lobby contou com a presença de Pelé, que almoçou na sede da Prefeitura de Santos com as autoridades federais e fez coro para que o projeto seja tratado com prioridade pelo governo federal. &#8220;É para isso que estamos aqui&#8221;, disse o ex-jogador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O roteiro da comitiva ministerial incluiu uma visita às obras do futuro Museu Pelé, que ficará pronto até o fim deste ano, no bairro do Valongo. O local fica em frente ao trecho dos armazéns que serão revitalizados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro Leônidas Cristino disse que a Secretaria de Portos (SEP) destacará técnicos para estudar o tema. Como faltam apenas dois anos e meio para o início da Copa, a ideia é que pelo menos o novo terminal de passageiros e um dos berços de atracação estejam prontos até metade de 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Aldo Rebelo afirmou que o projeto é importante para o Brasil. &#8220;Se pudermos entregar essas obras para a Copa do Mundo, tanto melhor para a Copa. Esse esforço envolve a questão da Copa, mas a antecede e a ultrapassa&#8221;, disse o ministro dos Esportes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o ministro Gastão Vieira, a Baixada Santista será definida pelo Ministério do Turismo &#8220;como um dos destinos para receber recursos do governo para consolidar a infraestrutura&#8221;.</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong><span style="color: #333333;">Por Fernanda Pires &#8211; Valor Econômico</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>ISO 26000</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/iso-26000/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ISO sócio-responsável &#160; O ideal do desenvolvimento sustentável corporativo conta com uma norma internacional que pretende agregar valor às empresas engajadas. &#160; A construção do sonho comum – a real sustentabilidade – passa por diversas variantes que devem considerar os três pilares do desenvolvimento sustentável: ambiental, econômico e social. Engajado nessa discussão, o Brasil é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><strong>ISO sócio-responsável </strong></span><br />
&nbsp;<br />
<span style="color: #333333;"><img class="alignleft size-full wp-image-446" title="p_1311961007" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/01/p_1311961007.jpg" alt="" width="249" height="186" />O ideal do desenvolvimento sustentável corporativo conta com uma norma internacional que pretende agregar valor às empresas engajadas.</span><br />
&nbsp;<br />
A construção do sonho comum – a real sustentabilidade – passa por diversas variantes que devem considerar os três pilares do desenvolvimento sustentável: ambiental, econômico e social. Engajado nessa discussão, o Brasil é um dos principais países na demanda por legislações e preceitos que forneçam aos interessados as diretrizes para atender as exigências. </p>
<div>
&nbsp;<br />
Um comitê liderado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e pela SIS (Swedish Standards Institute) ficou responsável pelos sete capítulos e dois anexos que constituem o teor normativo que incorpora os procedimentos de Responsabilidade Social corporativos. “A norma envolve a compreensão das expectativas amplas da sociedade. Desenvolvimento sustentável é um ideal da sociedade”, defende a representante da indústria no grupo de trabalho de elaboração da padronização, Ana Paula Grether, da Petrobras.<br />
&nbsp;<br />
A Petrobras, aliás, é a primeira empresa a adotar o conjunto normativo, antes mesmo da aprovação do texto final no ISO (International Standards Organization), que ocorreu na segunda semana do mesmo mês. “Já incorporamos as diretrizes na direção da empresa. A norma não vale porque existe e sim porque é praticada”, atenta o gerente de Responsabilidade Social da Petrobras, Luis Fernando Nery. O Brasil teve um grande papel na concretização da ISO 26000 com a aprovação da norma brasileira de Responsabilidade Social (NBR 16001), em 2004. “Foram oito anos para aprovação da ISSO. É um processo bastante longo”, diz o coordenador da delegação brasileira,José Salvador, da Fundação Vanzolini.<br />
&nbsp;<br />
Apesar da aprovação de 93% dos países membros do ISO, a norma internacional de Responsabilidade Social enfrenta um grande adversário: os EUA. A nação norte-americana está entre as cinco que não aprovaram o texto final, junto à Índia, Turquia, Luxemburgo e Cuba. “Os Estados Unidos foram veementemente contra as normas, eles não queriam regras internacionais”, lembra Ana Paula.<br />
&nbsp;<br />
Diferente de outras normas, a 26000 não constitui um sistema de gestão e também não concede certificação, a exemplo do ISO 9000 e 9001 da qualidade.  “A organização precisa ter o desejo de ser socialmente responsável, por isso optou-se por não ter certificação”, indica o co-secretário do grupo de trabalho, Eduardo São Thiago. Ainda assim, o coordenador José Salvador acredita na necessidade de encontrar uma outra forma de as empresas comprovarem a adesão às normas.<br />
&nbsp;<br />
Conferência Produção Mais Limpa (P+L) – Estudantes de 14 universidades paulistas apresentaram no Teatro Popular do SESI diversas soluções de sustentabilidade durante a Conferência de Incentivo às Práticas de Produção Mais Limpa, realizada em setembro em São Paulo.<br />
&nbsp;<br />
Entre os trabalhos está um protótipo de veículo capaz de percorrer 150 quilômetros com apenas um litro de etanol, ou 239 quilômetros com um litro de gasolina, que foi construído por alunos da Universidade Anhembi-Morumbi.<br />
&nbsp;<br />
Além dos estudantes, o gerente da Divisão de Sustentabilidade e Questões Globais da companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Flávio de Miranda Ribeiro, abordou os benefícios da adoção da produção mais limpa (P+L) pelas micro e médias empresas.<br />
&nbsp;<br />
A P+L é uma estratégia de gestão ambiental, que permite às empresas obter benefícios como redução do consumo de água, matérias-primas, energia, e econômicos.<br />
&nbsp;
</div>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Fonte: Revista Inove Ambiental</strong></span></p>
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		<title>Logística reversa</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/logistica-reversa/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo debate normas para o tratamento dos resíduos &#160; O Ministério do Meio Ambiente estima que os primeiros editais para estabelecimento de acordos setoriais de logística reversa sejam publicados nos primeiros meses deste ano. O setor de lâmpadas, entretanto, aguarda a publicação para os primeiros 15 dias do ano. Essa cadeia produtiva e a de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><strong>Governo debate normas para o tratamento dos resíduos</strong></span><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-431" title="1311958206" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1311958206-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" />O Ministério do Meio Ambiente estima que os primeiros editais para estabelecimento de acordos setoriais de logística reversa sejam publicados nos primeiros meses deste ano. O setor de lâmpadas, entretanto, aguarda a publicação para os primeiros 15 dias do ano. Essa cadeia produtiva e a de óleos lubrificantes devem ser as primeiras a definir seus modelos de recolhimento e reciclagem de embalagens e produtos usados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A determinação para que as indústrias e empresas importadoras assumam a responsabilidade pela destinação final dos produtos é um dos pilares da Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305, publicada em agosto de 2010. A lei diz, ainda, que a responsabilidade pelo manejo adequado é compartilhada também por distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O governo vem reunindo periodicamente fabricantes, importadores e especialistas em reciclagem para lançar as bases do edital e construir os modelos que devem ser apresentados. A proposta é que todas as cadeias produtivas tenham definidos seus modelos de recolhimento, descontaminação e reciclagem, mas a implantação deve começar por cinco indústrias: embalagens de óleos lubrificantes e seus resíduos; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio de luz mista; medicamentos; embalagens em geral e eletroeletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os editais farão a convocação para que as empresas e entidades setoriais apresentem propostas de logística reversa, ou seja, de como o produto voltará do consumidor final para a indústria ou distribuidora para uma destinação adequada. O ministério do Meio Ambiente, porém, não revela um calendário para a publicação dos editais. Afirma que eles serão divulgados “assim que os estudos de viabilidade técnica e econômica, além de subsídios para elaborar as propostas de modelagem da Logística Reversa para o Edital de chamamento forem suficientes”. Cada acordo setorial deverá prever um cronograma específico e metas numéricas de reciclagem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Maurício Bisordi, conselheiro da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), explica que a dificuldade de estabelecer as políticas reside nas particularidades de cada cadeia produtiva. Ele exemplifica, comparando o recolhimento de embalagens de agrotóxicos (onde a logística reversa funciona há bastante tempo e é facilitada por ter uma cadeia de comércio bem definida, com poucos elos) e o de embalagens de iogurte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Agrotóxico pode conter resíduo de material perigoso, tipo 1. Toda a distribuição está mapeada. Já o iogurte é resíduo comum, domiciliar e o consumo está pulverizado. Então a separação envolve o responsável pela coleta de lixo doméstico. No planejamento do governo, essas particularidades foram separadas para que a implantação fosse mais rápida e, por isso, não temos uma diretriz única.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para ele, o funcionamento da logística reversa depende de dois fatores: a conscientização do consumidor e o preparo da cadeia pararecolher e dar destino ao material descartado. Os desdobramentos, entretanto, são vários. Se as pesquisas apontam a boa vontade dos cidadãos (99% dizem que separariam o lixo se tivesse um sistema de reciclagem eficiente), é preciso intensificar as campanhas educacionais sobre a separação nos domicílios e pontos de consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na cadeia logística, um dos grandes gargalos apontados pela ABLP é o controle do produto distribuído no mercado e o cruzamento desses dados com a coleta das embalagens. Bisordi, que é sócio da MB Engenharia e Meio Ambiente, conta que a cadeia de óleos lubrificantes, onde atua, está desenvolvendo um software com essa função. Criado pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicon), o programa dá acesso a indústrias, geradores (postos de gasolina e empresas de serviços automotivos) e órgãos ambientais aos dados de comercialização e devolução de embalagens.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão polêmica é a cobrança de tributos sobre as cargas de material reciclável. “Há entre os estados uma diferença de alíquotas. O Rio Grande do Sul isenta de ICMS a circulação de resíduos coletados, mas é preciso pagar o tributo para levar a carga para a indústria de reciclagem no Paraná. Deveria haver harmonização na isenção, o que daria incentivo à reciclagem e melhoraria a remuneração da cadeia. ”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em seis meses de atividades, o projeto-piloto de logística reversa de lâmpadas fluorescentes implantado em Caxias do Sul recolheu 80 mil unidades. Essa experiência deverá ser a base para a proposta de acordo setorial que a Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilume) irá apresentar em resposta ao chamamento que o Ministério do Meio Ambiente deve fazer via edital.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o empresário Mário Guilherme Sebben, presidente da Apliquim Brasil Recicle (empresa de descontaminação de lâmpadas fluorescentes responsável pelo projeto-piloto), a proposta cria um comitê gestor e incorpora as práticas que vêm sendo adotadas pelo mercado até o momento. Dessa forma, grandes geradores (como as indústrias e centros comerciais) são responsáveis pelo custeio da coleta de seus produtos, enquanto consumidores residenciais são incentivados a recolher os produtos queimados aos pontos de venda.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Há um custo unitário pela coleta e descontaminação, que pode variar de R$ 1,00 a R$ 2,50, dependendo da quantidade de lâmpadas e da distância a ser percorrida. Nesse projeto, implantado em junho, o consumidor não paga se for cliente da loja usada como ponto de descarte. O estabelecimento arca com esse custo”, descreve Sebben. O empresário estima que, se adotado esse modelo, o preço do descarte deverá ser coberto pelo comércio varejista que, por sua vez, acabaria cobrando de seus fornecedores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque, afirma Sebben, apenas 20% dos consumidores têm consciência da importância de dar um descarte adequado às lâmpadas fluorescentes e estariam dispostos a arcar com o custo. Metade dos 80% restantes sequer tem noção de que os produtos levam mercúrio (que é altamente tóxico) e joga as lâmpadas no lixo comum. Os outros 40%, apesar da saberem do risco, não se dispõem a encaminhar o produto usado para a descontaminação – 20% acumulam as lâmpadas queimadas em casa, mas não levam a um ponto de coleta e 20% se negam a ter qualquer despesa com o descarte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Em 2012 queremos começar uma nova fase na campanha de coleta de lâmpadas em Caxias do Sul. Vamos reforçar as campanhas de conscientização”, apontou o empresário, que mantém uma unidade industrial na Serra, mas encaminha as lâmpadas para descontaminação nas unidades de Indaial (SC) ou Paulínia (SP). Segundo ele, a empresa é a maior no segmento de reciclagem de lâmpadas fluorescentes no Brasil, por processar 8,5 milhões de lâmpadas ao ano, num universo de até 14 milhões recicladas no País. Entretanto, o volume que fica sem destinação correta é de aproximadamente 96% do total de 220 milhões de lâmpadas consumidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sebben indica que os trabalhos desenvolvidos pelo Grupo Técnico Temático das lâmpadas devem resultar, também, numa segunda proposta de acordo setorial, que será apresentada pela Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Inspirado na experiência europeia, o modelo determina que seja criada uma entidade gestora para estruturar, organizar e executar a logística reversa. A entidade seria financiada pelas empresas fabricantes e importadoras. Essas, para receberem a licença de importação, teriam que apresentar um certificado concedido mediante o pagamento dos recursos necessários para reciclar o volume de lâmpadas que se pretende importar. O entrave, aponta o empresário, está no entendimento de que a taxa representaria a criação de uma barreira não tarifária, cuja viabilização dependeria de negociações com a Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“A questão está em que o Ministério do Desenvolvimento, Comércio e Indústria tem registro de 585 empresas importadoras de lâmpadas. Muitas são institucionais, como empreiteiras que fazem a importação para uso específico em determinada obra, e outras são pequenas importadoras, que nem sempre são continuidade à importação das lâmpadas. A questão está em encontrar a forma mais adequada de fazer com que essas importadoras institucionais e as pequenas importadoras deem a sua contribuição para manter o sistema de logística reversa”, disse ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;"><strong>Fiergs vê plano como incentivo ao empreendedorismo</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O presidente do Banco de Resíduos da Fiergs, Tito Lívio Goron, aponta que a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos abrirá uma série de oportunidades para o empreendedorismo. “É uma oportunidade extraordinária. Temos pregado isso no ambiente da Fiergs, dos sindicatos industriais. Temos que identificar o produto, melhorar os usos dos resíduos e superar o problema da logística, que é complexo. É preciso capitar o resíduo para ser reprocessado e depois buscar mercado e clientes para isso. Há óbices de natureza tributária, que às vezes tornam a matéria-prima reciclada mais cara que o produto virgem, mas nosso trabalho é viabilizar o uso do reciclado”, indicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, a entidade negocia com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (Brde) o financiamento de uma pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) que, em conjunto com a Fiergs, pretende mapear a geração de resíduos no Estado. “Cadeias como a do alumínio e do agrotóxico se encaminham bem, mas outros casos são mais complicados, é um trabalho permanente identificar o mercado, a melhor forma de ação e buscar a tecnologia adequada”, explica Goron.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para o conselheiro da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana (ABLP), Maurício Bisordi, a consolidação dos princípios da logística reversa depende de um mercado que demande o produto da reciclagem, como acontece hoje com as latas de alumínio – o produto mais reciclado do País. Para ele, esse mercado será gerado a partir da organização da indústria recicladora. “Embora faltem dados exatos, é crescente a reciclagem de plásticos PET e PEAD, de metais e de papel. Ao definir as formas de coleta dos produtos recicláveis, o governo estabelece uma oferta mais contínua de matéria-prima e torna mais fácil a adoção desses recursos pelas indústrias”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, a intensificação da reciclagem beneficia toda a economia porque reduz custos (matérias-primas recicladas custam menos), diminui o impacto ao ambiente e gera emprego e renda, a partir da organização dos catadores em cooperativas. “No caso do alumínio, o que tem impulsionado a reciclagem é o alto valor do material reciclado. Nos plásticos, a própria característica do material, que permite a volta ao mercado com características semelhantes às originais, torna a reciclagem atrativa. Sem contar que, como é derivado de petróleo, quando a cotação do barril sobe, aumenta a procura por plástico reciclado. Com a indústria recicladora organizada, haverá demanda pelo material recolhido.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A consolidação desse mercado no País foi apontada como um dos objetivos do anúncio, feito em 21 de novembro, pelo governo federal. Empresas que adquirirem resíduos sólidos como matéria-prima ou utilizarem material intermediário na fabricação de produtos terão crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O crédito permite o ressarcimento das contribuições para o PIS/Pasep e Cofins. A medida está regulamentada pelo Decreto nº 7.619, de 21 de novembro de 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O incentivo fiscal foi anunciado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Para se beneficiar, a empresa deve comprar os resíduos sólidos diretamente de cooperativas de catadores de materiais recicláveis, constituídas por no mínimo por 20 pessoas físicas. A medida é válida até 31 de dezembro de 2014. Os créditos podem variar de 10% a 50% sobre o valor do resíduo sólido. E a compra deverá ser comprovada na nota fiscal de entrada emitida pelo estabelecimento industrial que adquiriu os resíduos sólidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><span style="color: #333333;"><strong>Fonte: Jornal do Comércio &#8211; 05/01/2012</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bandeira Azul é renovada na Praia do Tombo</title>
		<link>http://fundamar.com.br/noticias/bandeira-azul-e-renovada-na-praia-do-tombo/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 15:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fundamar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Praia do Tombo renova certificação internacional por mais um ano &#160; A Praia do Tombo, em Guarujá, recebe pela segunda vez o seu reconhecimento internacional. A Bandeira Azul, que foi renovada por mais um ano, foi hasteada na Avenida Prestes Maia, em frente ao Núcleo de Informação e Educação Ambiental Paulo Tendas. &#160; A bandeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #333399;"><br />
Praia do Tombo renova certificação internacional por mais um ano</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ecobrindes.com.br/"><img class="alignleft size-medium wp-image-420" title="blue_flag-12-1024x768" src="http://fundamar.com.br/wp-content/uploads/2011/12/blue_flag-12-1024x768-300x225.jpg" alt="Pela segunda vez, Guarujá hasteia Bandeira Azul" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A Praia do Tombo, em Guarujá, recebe pela segunda vez o seu reconhecimento internacional. A Bandeira Azul, que foi renovada por mais um ano, foi hasteada na Avenida Prestes Maia, em frente ao Núcleo de Informação e Educação Ambiental Paulo Tendas.</p>
<p>&nbsp;
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A bandeira é uma certificação concedida pela Foundation for Enviromental Education – FEE (Fundação para a Educação Ambiental). O Tombo é a primeira praia urbana na América Latina a conseguir, manter e renovar a certificação internacional por mais de um ano.</p>
<p>&nbsp;
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos trabalhando já a praia do Guaiúba e um trecho da Enseada para que tenham a Bandeira Azul. Mas é preciso ter a demonstração de interesse da comunidade. Também gostaríamos que as nossas marinas pudessem ter a certificação e elas também estão trabalhando neste aspecto&#8221;, afirmou a prefeita Maria Antonieta de Brito.</p>
<p>&nbsp;
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<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com a renovação da Bandeira Azul, Guarujá confirma seu potencial turístico e se certifica como uma das melhores praias do mundo.</p>
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<p style="text-align: justify;">“Quem procura uma praia Bandeira Azul tem a certeza que vai encontrar um local que é referência mundial, pois muitos turistas estrangeiros conhecem o selo e têm a bandeira como norteador. Isto vai colaborar para recebermos turistas na Copa 2014&#8243;, salientou a secretária municipal de Turismo, Maria Eunice Grotzinger.</p>
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<p style="text-align: justify;">Com a renovação da Bandeira Azul, Guarujá confirma seu potencial turístico e se certifica como uma das melhores praias do mundo. Segundo os representantes do Projeto Bandeira Azul do Brasil, a importância é a tomada de consciência dos gestores públicos e comunidade para cuidar da praia. Para o júri nacional, os municípios deveriam tomar cuidados em relação às questões ambientais e de acessibilidade nas praias.</p>
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<div style="text-align: justify;">A certificação é motivo de orgulho para os moradores e frequentadores da praia, uma das principais do Brasil em relação ao surfe, pois possui ótima formação de ondas e é sede de diversos eventos do esporte em âmbito nacional. A prefeita Maria Antonieta de Brito comentou a renovação do selo internacional. “O hasteamento da Bandeira Azul no Tombo é fruto do trabalho de muitas pessoas da comunidade e diversos setores da Prefeitura de Guarujá. Para a nossa Cidade, que recebe este selo novamente de qualidade internacional, é motivo de muito orgulho e satisfação”, comemorou Antonieta.</div>
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<div style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333399;">Núcleo</span> –</strong> O Núcleo de Educação Ambiental da Prefeitura tem uma equipe técnica que, diariamente, realiza coleta das águas pluviais, vistorias visuais de análise da areia, tudo visando manter a Bandeira Azul. O selo, acima de tudo, é informação para o turista. “Deixamos tudo às claras, com painéis de informação de qualidade ambiental, visando não comprometer a saúde de quem utiliza a praia. Esta é uma conquista de todos os moradores de Guarujá”, disse o secretário municipal do Meio Ambiente, Elio Lopes.</div>
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<div style="text-align: justify;">“Quem procura uma praia Bandeira Azul tem a certeza que vai encontrar um local que é referência mundial, pois muitos turistas estrangeiros conhecem o selo e têm a bandeira como norteador. Isto vai colaborar para recebermos turistas na Copa 2014&#8243;, salientou a secretária municipal de Turismo, Maria Eunice Grotzinger.&nbsp;</div>
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<div style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333399;">Trabalhos intensivos</span> –</strong> Para receber a Bandeira Azul, o Tombo deve ter o nível de excelência, acima da bandeira verde, conforme as normas da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Para isso, a Prefeitura realizou um trabalho de eliminação de todas as fontes de contaminação biológica na praia, em especial o esgoto doméstico.</div>
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<div style="text-align: justify;">Só em 2011, o Núcleo já atendeu mais de 6 mil pessoas, 2.300 só no projeto “Tirando o Lixo e Pondo o Bicho”, mais de mil em palestras com educação ambiental e por volta de 350 no projeto “Saber em Ação, Lazer e Meio Ambiente”. Entre outras coisas, os ambulantes recebem orientação no local, com aulas para apontar as necessidades de higiene, manuseio dos produtos, envolvendo diversos setores da Prefeitura.</div>
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<div style="text-align: justify;">Também no Núcleo, uma equipe realiza coleta das águas pluviais para análise (PH e nitrito), com o objetivo de monitorar a qualidade, caso apareçam fluxos de contaminação. Além disso, é feita uma vistoria diária com verificação de eventuais acidentes, tais como a presença de manchas órfãs de óleo &#8211; aquelas que não se sabem de apareceram, que possam comprometer a balneabilidade. Caso haja alguma irregularidade, a bandeira será arreada e só poderá voltar ser hasteada quando a situação estiver normalizada.</div>
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<div style="text-align: justify;">A segurança foi outro ponto para a conquista da certificação. A Prefeitura instalou câmeras de segurança, que vigiam a praia 24 horas por dia, com o monitoramento da Guarda Civil Municipal (GCM), além da presença de um núcleo de salva-vidas.</div>
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<div style="text-align: justify;">Banheiros públicos, bebedouros, duchas, placas e mapas de informações estão disponíveis no local. Até o material de limpeza é biodegradável para não prejudicar o meio ambiente. Todos estes pontos foram determinantes para a renovação do selo.</div>
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<div style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333399;">Comunidade</span> –</strong> Para o presidente da Associação dos Quiosqueiros da Praia do Tombo, Aldo Hugo Gonçalves (Dinho), proprietário do quiosque que leva seu nome, manter o selo é uma responsabilidade de todos. “A Bandeira Azul trouxe uma nova perspectiva para Guarujá. Já atendemos clientes que vêm aqui perguntando sobre a certificação. E se todos colaborarem, teremos a bandeira aqui por mais um ano”, disse Gonçalves.</div>
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<div style="text-align: justify;">Para a gerente do Strand Hotel, Sheyla Marques, localizado na orla do Tombo, “agora a praia é mais conhecida, o movimento melhorou, especialmente o de estrangeiros que vem conhecer o Tombo. Ajudamos na divulgação da Bandeira Azul e alertamos o hóspede que não tem conhecimento da certificação. Aqui é mais seguro e limpo”, disse Sheyla.</div>
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<div style="text-align: justify;">Ela ainda ressaltou que o trabalho de todos é fundamental para que a bandeira permaneça hasteada por muitos anos. “O desafio é manter a certificação, já que é um trabalho conjunto de todos com a Prefeitura”.</div>
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<div style="text-align: justify;">O proprietário do Quiosque Mares do Sul, Alexandre Augusto Marra, é comerciante há oito anos no bairro e aponta que “a bandeira é muito bem vinda. Esta divulgação se torna mundial por causa da importância do selo. É preciso harmonizar o ambiente e que todos os comerciantes tenham a consciência de manter o local de trabalho limpo, porque é um dos pontos fundamentais para manter a certificação”, salientou.</div>
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<div style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333399;">Informações gerais sobre a Praia do Tombo:&nbsp;</span></strong></div>
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<li style="text-align: justify;">Extensão: 856 metros;</li>
<li style="text-align: justify;"> Temperatura da água: Inverno (18 a 20º C);</li>
<li style="text-align: justify;"> Frequência: 3 mil pessoas por dia (temporada de Verão);</li>
<li style="text-align: justify;"> Controle ambiental: Inspeção sistemática de controle de poluição das águas estuarinas.</li>
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<p><strong><span style="color: #333333;">Fonte: A Tribuna On-line e <a href="http://www.guaruja.sp.gov.br/"><span style="color: #333333;">http://www.guaruja.sp.gov.br/</span></a></span></strong></p>
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